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sábado, 4 de maio de 2013

A Cor que você quiser

O fotógrafo e artista plástico, Wellington Rockers, está ampliando e enriquecendo o seu belíssimo trabalho.
Sem abandonar sua clássica inspiração, o rock' n roll, Wellington acrescentou em suas fotografias recortes de revistas antigas e discos de vinil, criando imagens que une ícones pop a fotos da cidade de São Paulo, criando uma mesclagem entre a metrópole e o rock' n roll.

"Vesti os prédios com texturas de roupas de revistas de moda, ícones da música, objetos abstratos, olhares anônimos e personas do cinema, criando estéticas nas quais eu misturo esses elementos com imagens de São Paulo, incluindo o Centro, a Luz, a Faria lima, o Ibirapuera, o Tatuapé, a Vila Madalena, o Minhocão na Santa Cecília e o Treme-Treme, prédio que foi demolido e não existe mais, próximo ao parque Dom Pedro." Explica o fotógrafo.
 

Sua sétima exposição se intitula como referência à "Any Colour You Like", oitava canção do oitavo álbum do Pink Floyd, "The Dark Side of the Moon", lançado em março de 1973." Essa música representa para mim a liberdade de se fazer o que quiser. Além disso, ela dá outro ritmo ao disco, assim como as colagens vêm para dar outro clima às imagens originais."

'A Cor que você quiser', exibição que reúne moda e rock'n roll, irá ocorrer a partir do dia 15 de Maio no clube Alberta #3.
Confira abaixo três reproduções dessa 
exibição, com exclusividade aqui no Moças Vip's.
Clique aqui para conhecer mais sobre o artista, confira mais de seus trabalhos através do Flickr, Twitter e FunPage.

A cor que você quiser  -  Foto Reprodução disponibilizada pelo Fotógrafo e
Artista Plástico Wellington Rockers.


A cor que você quiser  -  Foto Reprodução disponibilizada pelo Fotógrafo e
Artista Plástico Wellington Rockers.

A cor que você quiser  -  Foto Reprodução disponibilizada pelo Fotógrafo e
Artista Plástico Wellington Rockers.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Bags and more bags...

GettyImagens

"Algumas empenham todas as suas economias e mais um pouco para ter uma determinada bolsa Céline, Chanel, Hermès, Louis Vuitton, não para o seu prazer, mas para dar uma satisfação á sociedade, digamos...
Sem saber que o século em que uma mulher se importava com o olhar dos outros ficou para trás.
Não adianta importar a bolsa e não trazer o que realmente importa: a mentalidade de quem enxerga o essencial! A bolsa de grife é o status com alça e a pobre coitada que faz tudo isso por uma delas, é uma mala sem alça." 

Por Cris Guerra.

Não poderia nunca deixar de compartilhar este belo pensamento narrado pela Publicitária e Blogueira Cris Guerra, no quadro 'Com que Roupa' que pode ser escutado por aqui.
Vale refletir, e muito sobre essa questão. E não somente sobre apenas um assessório, mas em todos os pertences do vestuário. Me lembro de uma leitora que me escreveu um e-mail, interrogando se era 'brega' usar um acessório falsificado, pois no meio de tantas outras pessoas que já o usavam não iriam perceber.

Lembro-me que a respondi que não! Não seria brega, mas sim triste, pois cada item possui um valor certo a ser agregado pela qualidade e pela exclusividade que o mesmo proporciona, e mesmo pensando que seria somente uma etiqueta, seria uma etiqueta que conseguiu levar em toda a sua trajetória, uma história de revolução e de um charme a tal ponto de engrandecer os olhos de cada ser, se tornando um objeto de desejo por um grande número de pessoas.

O que será que realmente importa? Será a exclusividade e qualidade de um produto não se importando com a opinião da grande maioria, ou somente a etiqueta para passar simplesmente uma representação?


GettyImagens

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Arte como mágica

Fred Le Chevalier: Le poète du papier peint 


Conhecido como ‘O Poeta de Papel’, Fred Le Chevalier desenvolve sua arte com colagens que transparecem mais do que um olhar apurado; transparecem sentimentos refletidos como que por magia. Seu espaço criativo da vez foram as ruas de Paris, em Angoulême.

As obras são confeccionadas em seu próprio apartamento. Chevalier não deixa sua paixão adormecida, em sua bolsa é encontrado rolos de papel, cola e uma escova de tapeçaria, realizando em média de trinta colagens a cada semana.

O trabalho do artista urbano é apreciado não só pelas pessoas que se deslumbram com suas exposições diárias, mas também por cantores como é o caso da ‘La Mordue’, que estampou a capa de seu último cd com uma das colagens de Chevalier.

Confira abaixo algumas colagens realizadas em Angoulême e para conhecer mais sobre o trabalho de Fred Le Chevalier é só clicar aqui.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

Foto Divulgação - FunPage Paris.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O poder da saia lápis

Poderosa no limite, a saia lápis continua ordenando requinte e elegância para todos os estilos e gostos.
Sua existência não é de agora; criada em meados dos anos 50, a saia lápis se tornou uma peça clássica e um dos itens fundamentais no vestuário a se ter no closet.

Seu poder proliferou com o sucesso do cinema francês da época, onde a saia era uma grande aposta nos figurinos bem vestidos e elegantes.
Hoje a saia lápis garante looks modernos, ousados e bem trajados ao mesmo tempo. Veja abaixo alguns modelos para se inspirar, e adotar a ideal para seu estilo.

Lembrando que seu uso requer um corpo mais slim, assim se você possui um corpo mais avantajado é bom ter cuidado na hora de escolher o seu modelo.